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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Fotografia de Rua (4ª parte)

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Excelentes imagens do nosso colega Carlos Branco
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sábado, 12 de janeiro de 2013

P'las Ruas

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Dois excelentes "albuns" fotográficos da autoria do nosso colega Carlos Costa Branco. 

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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Novidades em disco

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O Carlos Branco foi desencatar estes dois "45 rotações" gravados pelo nosso colega Manuel Vargas nos anos setenta do século passado. Aqui fica documentado com os nossos agradecimentos ao Carlos.
Já tínhamos falado do Manuel Vargas aqui.

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terça-feira, 13 de abril de 2010

Um hobby do Virgílio


Clicar para ampliar esta imagem que nos foi enviada pelo José Louro.
Trata-se de um artigo publicado no nº 5 da Notícias IBM em Dezembro de 1989.
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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Joaquim Lopes encena na Trafaria

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terça-feira, 31 de março de 2009

Primeira colheita no Nilo

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A minoria núbia do Egipto viu as suas terras invadidas pelas águas quando foi construída a grande barragem em Assuão. Os que não partiram e se misturaram vivem actualmente em meia-dúzia de aldeias construídas para o efeito.
Visitei recentemente uma delas e pude constatar que, pelo menos aparentemente, a sua vida agora depende quase totalmente da venda de produtos aos turistas.

Apesar da beleza dos rostos e dos trajes, da alegria das cores, há muita artificialidade nas suas vidas. Ou então sou eu que estou equivocado.
De entre as muitas imagens recolhidas na minha recente viagem foram estas as que resolvi tratar em primeiro lugar. Podem ver um conjuto de fotografias que eu fiz clicando aqui.

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domingo, 13 de julho de 2008

Exposição de Hobbies


Confesso que já não me lembrava de ter patrticipado nesta exposição que teve lugar em Dezembro de 1981. Os selos eram então um passatempo que, ao serão enquanto ouvia música, me ajudavam a descontrair da intensa actividade. Onde isso já vai...

domingo, 20 de janeiro de 2008

O meu Alfa Romeo GN-40-14

Perde-se no tempo o despertar da minha paixão pela “arte” de conduzir um automóvel.
Chegada a idade dos 18 anos, os nossos pais tinham que declarar conceder-nos a emancipação com a qual, e só com ela, nos poderíamos candidatar ao exame de condução ou então, aguardar calmamente pelos 20 anos.
Por isso, em 02 de Janeiro de 1968, é-me passado o documento que me habilita a conduzir legalmente.

Acto contínuo adquiri um Peugeot 203 com caixa de 3 velocidades ( 1ª, 2ª e super-prise ) pela fabulosa quantia de 10 contos ( hoje 50 € ) cuja matrícula, PP-13-88, o baptizou graciosamente como o Peugeot das Pequenas.

Dois anos mais tarde é substituído por um outro Peugeot, um 403, ao qual lhe atribuí a função principal de cumprir com a campanha de Mafra.

Entre Outubro de 1969 e Março de 1970, e não atendendo à sua provecta idade, foi duramente violentado com viagens todos os fins de semana entre Mafra - Guimarães, Guimarães -Mafra com 6 militares lá dentro e as respectivas trouxas de roupa, agora lavadinhas que as nossas Mães preparavam para nos facilitarem a vida.

Em Setembro de 1970 embarco para a Guiné e o Peugeot foi vendido a peso num ferro velho. Foi a única maneira do meu querido Pai se conseguir desfazer dele !!!

Três anos depois, e com o ingresso na IBM, tive hipóteses, com a independência financeira que adquiri, de dar largas ao entusiasmo e fazer aquilo que hoje apelido da minha colecção de automóveis.

Esta parede dum pequeno refúgio meu na zona de Peniche mostra uma parte do que vos falo mas vou contar uma cena curiosa relativamente ao fabuloso GN-40-14, um Alfa Romeo Giullia 1.6 que durante algum tempo foi o meu automóvel na IBM.

Comprei-o em 1975 pois o dono tinha-o fechado numa garagem com medo de ser considerado fascista e pudesse vir a ser pendurado uma varanda pela ostentação de tal sinal evidente de riqueza.

Um belo dia, e após uma bem sucedida manhã comercial, trazia eu algumas notas de encomenda devidamente assinadas e resolvi ir almoçar a casa dos meus Pais.

Goraram-se-me os planos pois, por volta do meio dia, em Benfica, fui vítima de assalto violento à mão armada e raptado para lugar bem ermo, algures perto dos Viveiros de Rosa Bacará .

Confesso que senti a precaridade da vida e cheguei mesmo a imaginar um fim inglório e injusto para quem tanto lutava por a gozar …..

Felizmente que ao fim de várias horas me vi livre daquele pesadelo não sem que tenha adoptado desde logo comportamentos defensivos que me acompanham e acompanharão para o resto da minha vida .

Fiquei , contudo, com a indelével recordação de ter usufruído dum automóvel que a IBM me permitiu adquirir num misto de necessidade e prazer.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Apresentação do Júlio Branco


Olá caros amigos,

Acabo de abrir aqui o meu blog. Tenciono ser o mais activo possível, sobretudo narrando as minhas memórias de realce, para que de algum modo, seja útil para todos os intervenientes. Passo a apresentar-me:

Fui um IBM'mer durante 30 anos, trabalhei na área de Hardware, por fim era um funcionário híbrido, fazia de tudo, hardware, software, e administrativo, era um funcionário multifacetado. Depois de me ter aposentado, em Junho de 2000, dediquei-me às minhas paixonetas, sobre as quais nunca tive oportunidade de me debruçar, motivado por aquela empresa nos ocupar o tempo além do horário habitual. Não se trata de lamentações, mas sim de avivar o quanto se trabalhava por "amor à camisola". Após a aposentação, dediquei-me naquilo que também era um apaixonado, numismática e coleccionador de rádios a válvulas, fazendo-os ressuscitar, que cuja profissão foi o meu inicio de carreira em 1959.

Por agora chega este cheirinho das minhas memórias, prometo que virão mais.

Júlio Branco