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terça-feira, 2 de março de 2010

OP DIALOGUE

OP Dialogue diz-vos alguma coisa? Foi uma reunião que correu no Hotel Mar em Sesimbra, por duas sessões, esta a que me refiro correu de 15 de Novembro de 1979 a 21 de Novembro de 1979. Era uma reunião, "aberta", em que durante a estada não era permitido sair do Hotel enquanto decorria a mesma, sim...sim.. nem à noite. Fez-se check-in no Hotel no Domingo e a partir daí não mais se podia sair de lá enquanto decorresse o OP Dialogue até dia 21, nem ir tomar uma banhoca na praia que era ali tão perto e que se vislumbrada do hotel, e lembro que houve dias de Sol espectaculares para esse saciamento, aliás pode-se verificar pela foto que, as indumentárias dos fotografados não era que estivessem com frio.

Esta reunião teve como objectivo saber-se o que estava a correr menos bem dentro dos departamentos CE/OP e SALES/OP, que eram chefiados pelo Miguel Chaves, se a memória não me atraiçoa. Isto foi resultado, penso eu, de um OPEN DOOR levantado por um dos colegas, servindo, pois, para uma tentativa da solução dos problemas levantados por um ou mais colegas. ERA ISTO A IBM DE OUTRORA. A IBM actual será assim?

Alguns infelizmente já desaparecidos,


terça-feira, 8 de abril de 2008

Outro episódio

Júlio, a tua descrição do episódio do Ritz foi para mim um misto de situação hilariante e, simultaneamene, de solidariedade pelo "aperto" que viveste.
Foi hilariante porque retrataste muito bem a situação e a esta distancia é impossível não rir com o sucedido.
Senti-me solidário porque também me recordou uma outra história que vivi nos tempos do OP.
Numa determinada altura, trabalhei a rua Columbano Bordalo Pinheiro.
Uma das "técnicas" apuradíssimas que tínhamos para detecção de hipotéticos compradores de máquinas de escrever era verificar onde havia ares condicionados instalados pois poderia ser prenúncio de um escritório.
Ora bem, aquele prédio tinha lá nos altos, um desses aparelhos instalado.
Mas, uma vez que ia "fazer um call", aproveitava para "inspecionar" o resto do prédio, subindo, obviamente, a pé toda aquela escadaria verificando se havia chapas identificadoras da existência de algum advogado ou um escritório de import/export.
Não recordo mas o prédio teria aí uns 10 andares e eu já ia lá para o 8º.
Mas, eis senão quando, investe sobre mim um gaijo que se terá convencido que a minha presença era suspeita e representaria uma ameaça à segurança e tranquilidade dos condóminos.
Era o porteiro !
Arranjou uma algazarra tal que lá tive que me esmerar na arte da persuasão falada embora não tivesse sido suficiente e o recurso a algumas técnicas orientais foram a solução para tamanho escândalo.
Entretanto, vim em passo acelerado pelas escadas abaixo sem ter conseguido fazer muito pela nota de encomenda que levava na ideia ...
Voltei ao prédio uns dias depois.
Toquei à campainha do tal andar do ar condicionado e apareceu-me uma senhora extremamente bem dotada pela natureza que poderia estar necessitada de variadíssimas coisas menos de uma máquina de escrever o que me dificultou o approach que preparara para início de conversa.
Claro que não tive direito a qualquer award !

sexta-feira, 28 de março de 2008

Quem não sabe é como quem não vê ...

Na vida prática, nem sempre os acontecimentos seguem uma cronologia natural.
Quando um profissional começa uma determinada actividade, normal será supor que, previamente, tenha tido a preparação adequada após a qual se sentirá habilitado a enfrentar os desafios que lhe aparecerão.
Porém, por vezes, a sequência é alterada em função dos calendários mais convenientes da empresa o que leva a situações como a que vou relatar.

Em 1979, e após 6 anos como IBMer administrativo, ingressei nas vendas no OP.
Concorri a uma vaga do escritório do Porto tendo de imediato "começado a injectar máquinas de escrever" no mercado a um ritmo acelerado ( hahahahaha ) .
Só posteriormente tive alguns cursos de vendas ( quer do ponto de vista técnico quer do ponto de vista de vendas propriamente ditas ) entre os quais um, liderado por um colega da IBM UK, de seu nome McLean, que nas horas vagas, recordo, era polícia em Londres.
Essa acção de formação foi-o para mim e para o Adalberto Melo, e assumiu o carácter de refreshment para o restante pessoal vendedor.
O sujeito era imponente no porte físico e tratava a máquina de escrever aquando de uma demonstração com uma elegância e com um virtuosismo tais que nos deixava a nós, principiantes, com a sensação de que, ao fazê-la perante um cliente, era impossível não assinar de imediato uma encomenda
O final do curso teve lugar num auditório de um hotel em Lisboa onde a apoteose era uma demonstração do dito equipamento ora agora pelo Adalberto, ora agora por mim, frente ao "tribunal" constituído pelos mais antigos vendedores, prontos para nos vexarem enquanto novatos.
Os métodos eram inovadores e desconhecidos daquela assistência o que criava um ambiente misto de gozo e expectativa.
Após o meu exame, excelente, diga-se, seguiu-se o Adalberto.
McLean, porém, preparou-lhe uma surpresa que se inseria no teatro-do-faz-de-conta que pretendia criar.
Desligou a máquina após a minha demonstração deixando-a, propositadamente, na posição de letra maiúscula o que implicava que o mecanismo assumisse uma posição onde a esfera não encaixava.
Subido ao palco, o Adalberto começa por colocar a esfera no sítio certo após o que faz a introdução de circunstância perante aquele enorme "conselho de administração" .
Sou fulano de tal, e ..... bla bla bla.
Imediatamente a seguir, liga a máquina e, escândalo dos escândalos, a esfera é catapultada para o meio da sala num voo hilariante que desconcerta por completo o candidato a vendedor que se viu em palpos-d' aranha para a localizar.
Escusado será dizer que a galhofa foi generalizada para gáudio dos mais antigos embora tivesse tido a sua eficiente pedagogia nunca mais nos esquecendo da verificação daquele pormenor.
À laia de homenagem àquele colega inglês, tiro-lhe o chapéu pelas espectaculares demonstrações que nos ensinou a fazer com aquele objecto, envergonhando-nos pelas que fazíamos anteriormente, "inventadas" por nós, e que só a juventude e o gosto pela venda nos imunizavam contra os desaires daqueles primeiros tempos.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

O espírito OP transferiu-se, mais tarde, para o DP !


Quantos séculos nos separarão deste verdadeiro OEPI ( objecto escrevente perfeitamente identificado ) com o qual dei os primeiros passos numa carreira de vendas que viria a terminar com o advento dos seus parentes computadores, bem mais pequenos e bem mais poderosos ?

Não fosse sermos testemunhas priveligiadas dessa mutação e diríamos que os anos de permeio eram mais do que muitos !....
Naquela altura, na IBM em geral e na IBM Portugal em particular, vivia o seu apogeu uma divisão de negócio que fazia furor pela jovialidade, pelos resultados e, não menos importante, por uma sã loucura dos seus elementos - o OP.
Nos anos 80's ( do sec. XX ) coexistiam duas gerações no OP.
A dos veteranos ( Carlos Melo, Santos Carvalho, Fernando Alcobia, Barradas, Fausto Marques, Jorge Miranda, Seabra e Barardo Ribeiro ) e a dos mais novatos ( Adalberto Melo, Garcia de Matos, Lima e Silva, Gonçalo Fernando, Alexandre Belo, Lucas de Sousa, Carvalho da Costa, Abecassis, José André e Trinité Rosa ) .
Como sempre, o sangue novo fazia mossa nos mais velhos que se sentiam ameaçados com a garra daqueles.
Tentaram fazer impôr "a lei do mais velho" mas a irreverência dos jovens e um espírito de camaradagem à prova de qualquer suspeita cativaram os decanos sempre em prol duma imagem de marca do OP.

As histórias daqueles tempos são inimagináveis e só numa casa com a abertura duma IBM se poderiam manter ao longo dos tempos. E sempre com resultados consistentemente conseguidos.
Se os HPC's eram o culminar dum ano de sucesso, não menos importantes eram as verdadeiras tertúlias do dia-a-dia.
Os almoços no Petiskaky,
Os almoços no Tromba Rija,
As idas ao bingo de Badajóz com passagem por Montemor para se comerem umas coxinhas de rã,
Os banquetes na "nossa" mansão do Magoito,
As idas à praia nas manhãs de verão seguidas de tardes de grande labuta na preparação das estratégias de convencimento dos clientes, etc., etc., etc., tudo isso fazia parte daquela doce sabedoria de bem conciliar a vida profissional com a lúdica.

Estava tentado a fazer uma chamada de atenção aos actuais profissionais da IBM mas julgo despropositado pois vocês, meus caros, fazem parte duma nova era que se entretem muito a passar por cima uns dos outros desde que daí venham benefícios imediatos e isso não existia naquela altura.
Sou do tempo em que se arranjava um emprego para a vida ; vestia-se a camisola e era para sempre ! Ninguém deixava de fazer o seu clube por falta de resultados se outro colega houvesse com overachivement . O HPC era sagrado !
É evidente que a complacência dos Alves Martins, Luis Carvalho da Costa, e a partir daí toda a linha de management, se misturava com este espírito ou não fossem eles antigos vendedores !!!
Bem hajam !

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Ainda a convenção de Paris 1984


O grupo do costume (Ja mensionado em varios artigos ) saiu atempadamente para a conveção de Paris. Voamos para Ameterdan, onde peramcemos uma noite. Dia Seguinte e como deve ser, transporte a preceito Ford Transit, fomos direitos a Roterdam para apanhar um Ferryao final do dia para as Ilhas Britanicas onde o porto de destino era Hull , chegamos pela manhã do dia seguinte onde levamos alguns mantimentos nomeadamente uma botelha de Wisky comprada no Free Shop de Roterdam mas de 7 (Sete) litros, que ia na frente entre o condutor e pendura. Só digo isto porque o polícia, na chegada e a verificar os passaportes ficou boqueaberto e perguntou o que era aquilo, o que de imediato alguém responder que era o combustível para o condutor. O policia ia-se passando e explicou que era proibido entrar com bebidas alcólicas em UK. Em funçao da confusão, lá seguinos viagem e fomos dar a volta à Escócia onde visitamos todas as destilarias que nos apareceram na frente indo até ABERDEEN, passamos por Edinburgh e voltadando para o mesmo Porto Hull, para apanhar o mesmo Ferry de Volta a Roterdam, uma noite bem passada naquele sumpetuoso barco, com Casinos e Show e etc. . De manhã depois de sairmos em Roterdam lá estavamos de novo de volta a Amesterdan onde o avião nos levou até Paris.Fomos para o Hotel Montparnessse onde chegamos a tempo para o Gala Dinner. O curioso disto tudo é que a carrinha Ford Transit só fez 120 Kms....na viagem total...

domingo, 13 de janeiro de 2008

Convenção de Florença em 1981


Cerca de 30 anos dedicados a uma empresa e aí desenvolver toda uma actividade profissional deixa-nos, concerteza, uma quantidade imensa de histórias cujo relembrar é gratificante ainda que muitas vezes penoso pela ausência daqueles que já faleceram e que partilharam connosco algumas dessas histórias.

Quando essa actividade era no departamento de vendas e a empresa se chamava IBM, os bons resultados eram reconhecidos com o direito que se adquiria para comemorar o Hundred Percent Club ( HPC ).

Esse prémio era gozado dentro do continente europeu e os dias destinados ao evento mereciam da parte do meu grupo de colegas, de um upgrade lúdico notável.

Assim, os 3 a 4 dias do HPC eram candidamente transformados numa semana que as nossas famílias consentiam ainda que nem sempre disfarçando um sorrisinho amarelo ...

Uma vez regressados, contadas as histórias e distribuídas as prendas que trazíamos, a "paz" era renegociada para mais um ano.

As loucuras daqueles tempos tinham pouco a ver com os actuais constrangimentos e recordo a convenção de Florença em Abril de 1981 quando ainda era fresca a memória do acontecido a Aldo Moro em Roma

Nesse ano, alugámos 2 Fiats Mirafioris para calcorrear o que tinha que ser calcorreado.

Eu conduzia um deles ; o Francisco Lucas de Sousa, o outro. Os restantes parceiros eram o Carlos Melo, o Adalberto Melo, o Alexandre Belo, o Lima e Silva, o Freixo Nunes, o Trinité Rosa, o Gonçalo Fernando e eu próprio.

Escusado será dizer que nunca a Itália sonhara ser possível fazer-se com um automóvel o que nós fazíamos !

Naquela altura, tento recordar, só eu conhecia a Fontana di Trevi e esse foi um dos grandes objectivos a alcançar - que todos lá fossem tirar a fotografia de família e atirar umas liras para o charco.

Foi uma odisseia pois todas as ruas circundantes à fonte tinham um sentido proibido nas imediações do monumento que nos impossibilitava de lá chegar. Uma coisa era certa, o carro tinha que lá chegar !


Em desespero de causa, optámos pelo sentido proibido não sem que antes tivéssemos passado por uma esquadra de carabinieris perante os quais fizemos de conta que não os vimos ..... e chegámos lá !!

Não recordo como nos safámos da situação mas sei que não fomos presos!

De Roma seguimos para Florença. Era altura de recuperar o bom aspecto pois o regresso a casa aproximava-se.

Depois de instalados, wellcome reception no Palazzo Vecchio.

Passar-se-ia do dia 8 ao dia 11 na cidade sem deixar catedral sem ser vista nem Duomo sem lhe conhecermos a história.

À noite o ambiente de rua ( por onde andámos ) já era "comprometedor", vendo-se a juventude vestida à SS, com botifarras horrorosas, correntes à volta dos braços, e de olhares intimidantes.

Nada que um whiskizito não fizesse esquecer porque nós estávamos lá para o forró, pois então !

Ainda Viena 1986 (3)

Voltando ainda a esta parte dos factos passados em Viena d'Áustria no Hilton e a comprovar tos os factos relatados pelos anteriores interveniente, lembrava que depois dessa terrível viagem de Atenas para Viena, onde chegamos ao referido Hotel Hilton, tivemos de assinar o tal termo de responabilidade, (a pedido da nossa colega Elizabeth ) pela nossa estadia nesse hotel e que, a páginas tantas já noite, estavamos com uma falta de alimentos terrível , fome mesmo, e eis que um amigo nosso de Israel nos disse que havia numa sala algures... algo para acomodar o nosso estômago, e lá fomos nós para a boca do lobo, onde se encontravam todos os Israelitas (Clandestinos nesse Hotel) onde papamos uma deliciosa refeição já não sei dizer o quê ? E nós todos contentes lá ficamos aqueles deliciosos dias. F Lucas Sousa

sábado, 12 de janeiro de 2008

Ainda Viena 1986

Isto está a animar!

Aproveito para voltar à convenção de Viena em 1986, que não chegou a existir e que o Garcia de Matos já referiu aqui.

Também eu fui uns dias antes, com o Fausto Marques e os nossos cônjuges. Aterrámos em Munique, alugámos um carro e atravessámos a Áustria rumo a Budapeste. E também nós, que de húngaro sabíamos menos que Sócrates de inglês técnico, não percebemos, de todo, o que se estava a passar com o Kadafi e aterrámos no Hilton, em Viena, preparados para o assalto aos pastelinhos do Welcome Dinner.

Convidados / intimados a regressar a Lisboa ASAP, fizemos o mesmo que o Garcia de Matos já relatou: dissemos que o aeroporto era naquele momento perigosíssimo e que ficaríamos em Viena. Com uma variante: como o Fausto era o mais graduado dos presentes, a pressão foi muito grande para que desse o exemplo e obedecesse. Só os nossos dois grupos resistiram e cruzámo-nos várias vezes pelas ruas, como a foto mostra.

Três dias da melhor não-Convenção da História!


De costas, sou eu. Da esquerda para a direita: Lucas de Sousa, os irmãos Melo, Garcia de Matos, José André e Francisco C. da Costa

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Bósforo from Topkapi

Abril de 1986.

Istambul, em direcção a Viena de Áustria onde se realizaria a convenção, chegados de Atenas onde a língua não nos permitiu reconhecer mais do que um certo alvoroço em torno da palavra "bomb" que tentávamos interpretar numa tradução linear, algures na Placa cheios de uma folia que não se compadecia com outra coisa que não fosse uma saudável loucura e longe da célebre operação El Dorado Canyo com que os EUA visavam alvejar Mouammar Kadhafi como retaliação pelos atentados em Roma, Viena e Berlim.

Pelo meio ficam histórias incríveis por contar desde a compra à porta de uma mesquita de 2 metros de tecido com crocodilos da Lacostre para serem depois cozidos nas camisolas sem marca mas que à primeira lavagem "se afogaram" no turbilhão da máquina de lavar ficando completamente destruídos; as viagens de avião que durante aquela semana primavam por levar só 7 passageiros ( nós !!!) tal a imponderabilidade da situação internacional ; a viagem de Atenas para Viena na qual viajámos com um "terrorista" a bordo mas como o tipo não ia bêbado, não pensou nas 27 virgens que tinha à sua espera se o avião caísse, e fez uma viagem horrorosa porque, afinal, tinha nariz adunco mas mais não era que um desgraçado a receber o baptismo de voo; a subida de umas escadas rolantes no aeroporto de Viena em cujo cimo só se viam soldados de metralhadoras e cães e nós encravámos o mecanismo à chegada pois as rodas dos troleys das malas empeçaram-se naquela geringonça e era ver malas a caírem por ali abaixo e nós à frente numa descida desalmada em contraponto com o movimento das escadas ; e finalmente a chegada ao hotel Hilton onde, acto contínuo, nos tentam dar um bilhete de avião de regresso imediato a Lisboa uma vez que a convenção acabava de ser anulada, mas o qual rejeitámos com a desculpa de que tínhamos horror em andar de avião !

A administração "aceitou" que, de facto, nós precisávamos de descansar e por isso acedeu ao nosso "repouso".

A partir daí, e após assinatura de termos de responsabilidade, instalámo-nos principescamente e ali passámos 3 gloriosos dias de verdadeiro fausto.

Depois, alugámos a habitual carrinha e viemos apanhar a TAP a Zurique tendo sido calorosamente recebidos na IBM perante a hipótese de podermos ter sido vítima da situação explosiva que se vivia na Europa e no mundo.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Sagrada Família - 1987


Era este o espírito "familiar" reinante na IBM.
O postal de boas festas para clientes foi devidamente adaptado à modernidade numa encenação La Féria like.
Desconheço se o BCP, a TAP, as companhias de seguros, e todos os outros teriam recebido esta versão da nossa solidariedade natalícia ....