quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

O escantilhão



Em Maio de 1970 entrei para a programação do DCS e tomei contacto, pela primeira vez, como o escantilhão. Era usado pelos analistas para desenhar os fluxos das aplicações e pelos programadores para representar a sequência lógica dos programas, os famosos ordinogramas. Guardei estas duas ferramentas de trabalho...

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

DCS 1982

(gentilmente cedida pelo Madeira de Castro)
De pé: António Gamito, Alvaro Pato, M.Helena Fernandes, Carolina Leitão, Fausto Marques, Alexandre Herculano, Neves Carneiro, Fradique de Sousa, João Gandara, Madeira de Castro, Carmindo Lemos; sentados: M.Eduarda Alvarez, Matos Faria e Diniz Santos

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Sindicalismo em 2007

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Alliance é um sindicato aparentemente bastante activo nos Estados Unidos.
Quem quiser ver o que os preocupa nos dias de hoje pode ir AQUI.
Isto até me faz lembrar os meus velhos tempos.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

O primeiro curso MAPICS em 1979



No Verão de 1979 passei dois meses em Milão a fazer o primeiro curso de MAPICS para a Europa. Os instrutores vieram expressamente de Atlanta.
O Peixoto, que era vendedor, passou lá duas semanas também.
Estes dois meses marcaram toda a minha carreira na IBM. Nunca mais deixei de estar ligado às aplicações e à produção industrial.

Curiosamente a minha iniciação nestas matérias, com vários produtos não integrados, tinha acontecido no arranque da fábrica Metalsines (material ferroviário) em que formava equipa com o Virgilio Vargas. Passámos muitas semanas "desterrados" na pousada de Santiago do Cacém em 1977 (?).

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

1991 - 1º Curso de Consultoria em Portugal

Quando ainda ninguém acreditava que a IBM pudesse ter Consultores...



Vítor Trigo, João Santos Silva, Rui César, Nuno Duque, Luís Penedo, Carlos Gomes da Silva, ???, Miguel Mourão, Soares Pinto, Teresa Almeida, António Branco, Joana Lopes

Momentos de ternura...

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Golden Circle Malta, 1994



Convenção Marbella, 1990

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

A IBM e os check up's

Os mais ínfimos e insignificantes pormenores da nossa vida têm a capacidade de se transformar na mais mortífera arma contra a nossa pacatez se, de um momento para o outro, as expectativas criadas nos tomarem a razão e nos entontecerem com o medo.

Muitas das vezes não passam dos humanos medos da morte que nos atacam só porque sim.

Pela experiência própria e pelo que sei dos outros, há uma tendência natural de nos acabrunharmos ainda antes de sabermos os resultados de um mero e rotineiro check up na tal expectativa de um mau resultado. Depois, uf ! que alívio, estava tudo bem !

Vem este post a propósito dos exames médicos que a IBM proporcionava periodicamente.
À semelhança de alguns outros colegas, também num desses controlos me foi detectado um problema aterrador que, contudo, acabou bem.

Nunca me senti minimamente incomodado com toda aquele "cerimonial" do pesa-mede-tira sangue-respire fundo-etc. embora as sessões em que um tipo se mantinha toda a manhã em roupão a passear-se pelos corredores da clínica, de peúgas e chinelos me transmitissem a noção dum hilariante ridículo.

Deixei para o fim a alusão ao exame mais desgraçado, mais constrangedor, mais difícil de suportar que dava pelo pomposo nome de toque rectal .

Propunha-se saber do estado da próstata

A verdade é que chegaram a aparecer lá pelo consultório da IBM ( Alvalade ) jovens médicas que pareciam, elas próprias, pouco àvontade para aquele acto que fazia lembrar as peixeiras quando estão a amanhar o peixe e lhes sacam as víceras pela boca !!!

Às vezes demoravam tanto que mais parecia que tinham perdido os anéis cá dentro e, por muito que procurassem, não os conseguiam encontrar ....

Finalmente aquilo acabava e sistematicamente aparecia a dúvida : como há quem goste disto ?

1978 - O verdadeiro kick off de uma carreira

Se bem que já me tenha referido à minha vida enquanto IBMer na perspectiva de delegado comercial e account manager, a verdade é que a iniciação a essa carreira que recordo com muito carinho teve, num restaurante de Cascais ( não recordo o nome ) o seu verdadeiro kick off.


Pertencia na altura aos serviços financeiros e tinha arrancado com a célebre rotina das letras com o alto patrocínio do Pacheco do Passo e do Joaquim Bação no que ao desenvolvimento informático lhes disse respeito.

O habitual jantar de despedida teve a comparência dos mais íntimos do departamento entre os quais Gago Rolão, Fernando Neves, Nascimento Ferreira, Ana Araújo, Cacilda Dores, Mário Marfim e Julieta Couto.

Foi exactamente a Julieta que, no final, me presenteou em nome do grupo com um velho paradigma do vendedor - um papagaio !

Hoje faz parte dos meus "troféus" IBM e daqui das profundezas das teclas do computador envio beijos e abraços para todos !

Saudades.

F&A traz balanço dos anos 82/84



Em Março de 1984 a Comissão de Trabalhadores procedia, através do Factos & Argumentos, a um balanço das actividades durante o mandato de 1982/84.É interessante para se compreender quais eram as preocupações dominantes dos IBMers nessa época.
O jornal continha também referências aos horários de trabalho e um texto, pleno de sentido de humor, escrito pelo António Godinho e intitulado "A lenda da Flexibilidade". Também inseria um Inquérito promovido pela CT para determinar os temas mais sensíveis que, na opinião dos empregados,deveriam ser tratados.

(clique em qualquer das imagens para a ampliar e iniciar um percurso pelo número 9 do Factos & Argumentos).




segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

O espírito OP transferiu-se, mais tarde, para o DP !


Quantos séculos nos separarão deste verdadeiro OEPI ( objecto escrevente perfeitamente identificado ) com o qual dei os primeiros passos numa carreira de vendas que viria a terminar com o advento dos seus parentes computadores, bem mais pequenos e bem mais poderosos ?

Não fosse sermos testemunhas priveligiadas dessa mutação e diríamos que os anos de permeio eram mais do que muitos !....
Naquela altura, na IBM em geral e na IBM Portugal em particular, vivia o seu apogeu uma divisão de negócio que fazia furor pela jovialidade, pelos resultados e, não menos importante, por uma sã loucura dos seus elementos - o OP.
Nos anos 80's ( do sec. XX ) coexistiam duas gerações no OP.
A dos veteranos ( Carlos Melo, Santos Carvalho, Fernando Alcobia, Barradas, Fausto Marques, Jorge Miranda, Seabra e Barardo Ribeiro ) e a dos mais novatos ( Adalberto Melo, Garcia de Matos, Lima e Silva, Gonçalo Fernando, Alexandre Belo, Lucas de Sousa, Carvalho da Costa, Abecassis, José André e Trinité Rosa ) .
Como sempre, o sangue novo fazia mossa nos mais velhos que se sentiam ameaçados com a garra daqueles.
Tentaram fazer impôr "a lei do mais velho" mas a irreverência dos jovens e um espírito de camaradagem à prova de qualquer suspeita cativaram os decanos sempre em prol duma imagem de marca do OP.

As histórias daqueles tempos são inimagináveis e só numa casa com a abertura duma IBM se poderiam manter ao longo dos tempos. E sempre com resultados consistentemente conseguidos.
Se os HPC's eram o culminar dum ano de sucesso, não menos importantes eram as verdadeiras tertúlias do dia-a-dia.
Os almoços no Petiskaky,
Os almoços no Tromba Rija,
As idas ao bingo de Badajóz com passagem por Montemor para se comerem umas coxinhas de rã,
Os banquetes na "nossa" mansão do Magoito,
As idas à praia nas manhãs de verão seguidas de tardes de grande labuta na preparação das estratégias de convencimento dos clientes, etc., etc., etc., tudo isso fazia parte daquela doce sabedoria de bem conciliar a vida profissional com a lúdica.

Estava tentado a fazer uma chamada de atenção aos actuais profissionais da IBM mas julgo despropositado pois vocês, meus caros, fazem parte duma nova era que se entretem muito a passar por cima uns dos outros desde que daí venham benefícios imediatos e isso não existia naquela altura.
Sou do tempo em que se arranjava um emprego para a vida ; vestia-se a camisola e era para sempre ! Ninguém deixava de fazer o seu clube por falta de resultados se outro colega houvesse com overachivement . O HPC era sagrado !
É evidente que a complacência dos Alves Martins, Luis Carvalho da Costa, e a partir daí toda a linha de management, se misturava com este espírito ou não fossem eles antigos vendedores !!!
Bem hajam !

domingo, 20 de janeiro de 2008

O meu Alfa Romeo GN-40-14

Perde-se no tempo o despertar da minha paixão pela “arte” de conduzir um automóvel.
Chegada a idade dos 18 anos, os nossos pais tinham que declarar conceder-nos a emancipação com a qual, e só com ela, nos poderíamos candidatar ao exame de condução ou então, aguardar calmamente pelos 20 anos.
Por isso, em 02 de Janeiro de 1968, é-me passado o documento que me habilita a conduzir legalmente.

Acto contínuo adquiri um Peugeot 203 com caixa de 3 velocidades ( 1ª, 2ª e super-prise ) pela fabulosa quantia de 10 contos ( hoje 50 € ) cuja matrícula, PP-13-88, o baptizou graciosamente como o Peugeot das Pequenas.

Dois anos mais tarde é substituído por um outro Peugeot, um 403, ao qual lhe atribuí a função principal de cumprir com a campanha de Mafra.

Entre Outubro de 1969 e Março de 1970, e não atendendo à sua provecta idade, foi duramente violentado com viagens todos os fins de semana entre Mafra - Guimarães, Guimarães -Mafra com 6 militares lá dentro e as respectivas trouxas de roupa, agora lavadinhas que as nossas Mães preparavam para nos facilitarem a vida.

Em Setembro de 1970 embarco para a Guiné e o Peugeot foi vendido a peso num ferro velho. Foi a única maneira do meu querido Pai se conseguir desfazer dele !!!

Três anos depois, e com o ingresso na IBM, tive hipóteses, com a independência financeira que adquiri, de dar largas ao entusiasmo e fazer aquilo que hoje apelido da minha colecção de automóveis.

Esta parede dum pequeno refúgio meu na zona de Peniche mostra uma parte do que vos falo mas vou contar uma cena curiosa relativamente ao fabuloso GN-40-14, um Alfa Romeo Giullia 1.6 que durante algum tempo foi o meu automóvel na IBM.

Comprei-o em 1975 pois o dono tinha-o fechado numa garagem com medo de ser considerado fascista e pudesse vir a ser pendurado uma varanda pela ostentação de tal sinal evidente de riqueza.

Um belo dia, e após uma bem sucedida manhã comercial, trazia eu algumas notas de encomenda devidamente assinadas e resolvi ir almoçar a casa dos meus Pais.

Goraram-se-me os planos pois, por volta do meio dia, em Benfica, fui vítima de assalto violento à mão armada e raptado para lugar bem ermo, algures perto dos Viveiros de Rosa Bacará .

Confesso que senti a precaridade da vida e cheguei mesmo a imaginar um fim inglório e injusto para quem tanto lutava por a gozar …..

Felizmente que ao fim de várias horas me vi livre daquele pesadelo não sem que tenha adoptado desde logo comportamentos defensivos que me acompanham e acompanharão para o resto da minha vida .

Fiquei , contudo, com a indelével recordação de ter usufruído dum automóvel que a IBM me permitiu adquirir num misto de necessidade e prazer.

Convenção em Nápoles 1983

O trânsito caótico:



Castro e Melo, Moniz Pereira, Ana Mª Ferreira, Virgílio Duarte, Eugénio de Sousa, António Machado, Vaz Clemente, Filomena Pedroso e José Barreto

Pessoa Vaz, Hélia Jorge, Helena Mª Freitas, Joana Lopes, Emília Fernandes(?), Gonzalez, Adoindo Costa, Dória


sábado, 19 de janeiro de 2008

IBM, A Companhia e o Empregado




Em Outubro de 1984 foi publicado o Manual contendo os Programas de Pessoal e o Plano de Benefícios. Era muito útil porque reunia num único documento muitas informações anteriormente dispersas.
O principal defeito resultava da dificuldade de actualização num ambiente em que, felizmente, havia uma grande dinâmica, não só com origem reivindicativa mas também por iniciativa da própria IBM.
Uma olhadela ao índice dá uma ideia do leque enorme de questões sistematizadas e da riqueza dos programas e planos que ainda hoje fariam corar de vergonha a maior parte das empresas em Portugal.






(clicar as imagens para ampliar)




sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

HPC de Praga 199X


(enviada por Mário Marzagão)

À margem do HPC de Praga em 199X : ??, Abel Rosa, mulher do Alex.Belo, Alexandre Belo, M.Marzagão, mulher do M.Marzagão, mulher do ??.

Tromba Rija 1998

(enviada por Mário Marzagão)


Em pleno Tromba Rija (este pessoal não sabe senão comer).
Helena Freitas, Mário Marzagão, Cristina Semião, João Medeiros de Almeida, Carlos Duarte, Adalberto Melo, José Eduardo Delgado, Teresa Granado, Goulart Ribeiro.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Futebolada em 1977

(gentilmente cedida por Madeira de Castro)

De cima para baixo e da esquerda para a direita: 3ª Linha - Matos Pereira, Câmara Raposo, Fernando Alves de Castro, Madeira de Castro, João Estarreja, Renato Vasconcelos (pai), Jorge Fonseca e Mário Paz; 2ª Linha - Carlos Pina e Luís Gonçalves; 1ª Linha – Diniz Santos, Albano Pimenta, ??, Eurico Roma Pereira, Vítor Silva, José Eduardo Delgado e Yvon Collas

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Convenção Estoril 1981



Jorge Fonseca, Alexandre Herculano, Yvon Collas, ??, Madeira de Castro, Fernando Xavier, Costa Cabral, Célio Moura, Pina Coelho, Helder Coelho, Fernando Couto,Alvaro Pato, António Sá.No restaurante João Padeiro.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

President's Class - Vimeiro 1988


(contributo do Madeira de Castro)
André Émonet, António Branco, Carlos Alberto Carvalho, Coelho da Costa, Francisco Carvalho da Costa, Eduardo Plantier, Jorge Fonseca, Lucas de Sousa, Luis Figueiredo, Madeira de Castro, Manuel Nogueira, Marina Gorlier, Miguel Mourão, Sampaio Martins
(Agradeço que me ajudem a recordar os nomes restantes).

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Ainda a convenção de Paris 1984


O grupo do costume (Ja mensionado em varios artigos ) saiu atempadamente para a conveção de Paris. Voamos para Ameterdan, onde peramcemos uma noite. Dia Seguinte e como deve ser, transporte a preceito Ford Transit, fomos direitos a Roterdam para apanhar um Ferryao final do dia para as Ilhas Britanicas onde o porto de destino era Hull , chegamos pela manhã do dia seguinte onde levamos alguns mantimentos nomeadamente uma botelha de Wisky comprada no Free Shop de Roterdam mas de 7 (Sete) litros, que ia na frente entre o condutor e pendura. Só digo isto porque o polícia, na chegada e a verificar os passaportes ficou boqueaberto e perguntou o que era aquilo, o que de imediato alguém responder que era o combustível para o condutor. O policia ia-se passando e explicou que era proibido entrar com bebidas alcólicas em UK. Em funçao da confusão, lá seguinos viagem e fomos dar a volta à Escócia onde visitamos todas as destilarias que nos apareceram na frente indo até ABERDEEN, passamos por Edinburgh e voltadando para o mesmo Porto Hull, para apanhar o mesmo Ferry de Volta a Roterdam, uma noite bem passada naquele sumpetuoso barco, com Casinos e Show e etc. . De manhã depois de sairmos em Roterdam lá estavamos de novo de volta a Amesterdan onde o avião nos levou até Paris.Fomos para o Hotel Montparnessse onde chegamos a tempo para o Gala Dinner. O curioso disto tudo é que a carrinha Ford Transit só fez 120 Kms....na viagem total...

1988 - Cruzeiro no Mediterrâneo ( Golden Circle )

Este meu artigo vem na sequência da total despreocupação cronológica na apresentação das minhas memórias.
Com ele farei uma pausa nestas minhas intervenções não só para poupar as minhas reservas mas também para que outros colegas apareçam na partilha de momentos tão importantes como os já apresentados.
Desta vez, porém, refiro-me a um dos Golden Circle de que usufruí.
Porque foram 4, convirá dizer que cada um de per si, teve o seu quê de emblemático, de verdadeiro glamour, de experiência irrepetível.

Como se sabe, era o único prémio IBM extensível ao conjuge e o ambiente que a IBM criava era, de facto, exemplar.
Uns passavam-se em sítios que podiam ser já nossos conhecidos mas, o charme e a fartura eram principescamente distribuídos pelo que registo deles as mais incontornáveis memórias.

Em Abril de 1988, embarcámos a bordo do paquete Eugénio Costa, da C Line, para um cruzeiro no Mediterrâneo.


O embarque teve lugar na baía de VilleFranche ( Nice ) mas a operação teve alguma duração pois o paquete estava ancorado ao largo e os passageiros eram transportados por levas sucessivas em grandes batelões. A entrada para o navio foi, posteriormente, feita pelas escadas exteriores à boa maneira dos filmes do século anterior ....

Esta era para nós, os Matos, a 1ª sensação do género ( passaram-se 20 anos e mantém-se como única experiência do género ).

Aquele condomínio fechado, de alto luxo, privadíssimo para a IBM, tinha capacidade para cerca de 2 000 pessoas mas, ao ser contratado pela IBM, levaria cerca de metade da sua capacidade.

Viajava-se durante a noite e acostava-se pela madrugada.

Durante o dia eram as visitas habituais nestas circunstâncias.

Entre as inúmeras ocasiões para mais tarde recordar registo a operação de simulacro de acidente onde percebemos que se houvesse borrasca, a coisa podia ficar negra pois das embarcações salva-vidas nem todas estavam operacionais.








Outra ocasião digna de registo eram as noites no bar onde havia sempre um de nós que fazia anos e vai daí, saia Moët Chandon para todos !








O Gala Dinner foi com pompa e circunstância !
O salão à média luz e a entrada dos criados em fila indiana com as cataplanas a lançarem chispas de fogo de artifício para o primeiro ataque às vitualhas, foi simplesmente fabuloso !












Finalmente o baile de gala era a cereja em cima do bolo que representaram aqueles dias nas nossas vidas.











Todos e cada um éramos recebidos na entrada do respectivo salão pelo comandante o que nos transpunha para o verdadeiro barco do amor .....








Saudades ? Mente que disser que não !!!