domingo, 20 de janeiro de 2008

Convenção em Nápoles 1983

O trânsito caótico:



Castro e Melo, Moniz Pereira, Ana Mª Ferreira, Virgílio Duarte, Eugénio de Sousa, António Machado, Vaz Clemente, Filomena Pedroso e José Barreto

Pessoa Vaz, Hélia Jorge, Helena Mª Freitas, Joana Lopes, Emília Fernandes(?), Gonzalez, Adoindo Costa, Dória


sábado, 19 de janeiro de 2008

IBM, A Companhia e o Empregado




Em Outubro de 1984 foi publicado o Manual contendo os Programas de Pessoal e o Plano de Benefícios. Era muito útil porque reunia num único documento muitas informações anteriormente dispersas.
O principal defeito resultava da dificuldade de actualização num ambiente em que, felizmente, havia uma grande dinâmica, não só com origem reivindicativa mas também por iniciativa da própria IBM.
Uma olhadela ao índice dá uma ideia do leque enorme de questões sistematizadas e da riqueza dos programas e planos que ainda hoje fariam corar de vergonha a maior parte das empresas em Portugal.






(clicar as imagens para ampliar)




sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

HPC de Praga 199X


(enviada por Mário Marzagão)

À margem do HPC de Praga em 199X : ??, Abel Rosa, mulher do Alex.Belo, Alexandre Belo, M.Marzagão, mulher do M.Marzagão, mulher do ??.

Tromba Rija 1998

(enviada por Mário Marzagão)


Em pleno Tromba Rija (este pessoal não sabe senão comer).
Helena Freitas, Mário Marzagão, Cristina Semião, João Medeiros de Almeida, Carlos Duarte, Adalberto Melo, José Eduardo Delgado, Teresa Granado, Goulart Ribeiro.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Futebolada em 1977

(gentilmente cedida por Madeira de Castro)

De cima para baixo e da esquerda para a direita: 3ª Linha - Matos Pereira, Câmara Raposo, Fernando Alves de Castro, Madeira de Castro, João Estarreja, Renato Vasconcelos (pai), Jorge Fonseca e Mário Paz; 2ª Linha - Carlos Pina e Luís Gonçalves; 1ª Linha – Diniz Santos, Albano Pimenta, ??, Eurico Roma Pereira, Vítor Silva, José Eduardo Delgado e Yvon Collas

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Convenção Estoril 1981



Jorge Fonseca, Alexandre Herculano, Yvon Collas, ??, Madeira de Castro, Fernando Xavier, Costa Cabral, Célio Moura, Pina Coelho, Helder Coelho, Fernando Couto,Alvaro Pato, António Sá.No restaurante João Padeiro.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

President's Class - Vimeiro 1988


(contributo do Madeira de Castro)
André Émonet, António Branco, Carlos Alberto Carvalho, Coelho da Costa, Francisco Carvalho da Costa, Eduardo Plantier, Jorge Fonseca, Lucas de Sousa, Luis Figueiredo, Madeira de Castro, Manuel Nogueira, Marina Gorlier, Miguel Mourão, Sampaio Martins
(Agradeço que me ajudem a recordar os nomes restantes).

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Ainda a convenção de Paris 1984


O grupo do costume (Ja mensionado em varios artigos ) saiu atempadamente para a conveção de Paris. Voamos para Ameterdan, onde peramcemos uma noite. Dia Seguinte e como deve ser, transporte a preceito Ford Transit, fomos direitos a Roterdam para apanhar um Ferryao final do dia para as Ilhas Britanicas onde o porto de destino era Hull , chegamos pela manhã do dia seguinte onde levamos alguns mantimentos nomeadamente uma botelha de Wisky comprada no Free Shop de Roterdam mas de 7 (Sete) litros, que ia na frente entre o condutor e pendura. Só digo isto porque o polícia, na chegada e a verificar os passaportes ficou boqueaberto e perguntou o que era aquilo, o que de imediato alguém responder que era o combustível para o condutor. O policia ia-se passando e explicou que era proibido entrar com bebidas alcólicas em UK. Em funçao da confusão, lá seguinos viagem e fomos dar a volta à Escócia onde visitamos todas as destilarias que nos apareceram na frente indo até ABERDEEN, passamos por Edinburgh e voltadando para o mesmo Porto Hull, para apanhar o mesmo Ferry de Volta a Roterdam, uma noite bem passada naquele sumpetuoso barco, com Casinos e Show e etc. . De manhã depois de sairmos em Roterdam lá estavamos de novo de volta a Amesterdan onde o avião nos levou até Paris.Fomos para o Hotel Montparnessse onde chegamos a tempo para o Gala Dinner. O curioso disto tudo é que a carrinha Ford Transit só fez 120 Kms....na viagem total...

1988 - Cruzeiro no Mediterrâneo ( Golden Circle )

Este meu artigo vem na sequência da total despreocupação cronológica na apresentação das minhas memórias.
Com ele farei uma pausa nestas minhas intervenções não só para poupar as minhas reservas mas também para que outros colegas apareçam na partilha de momentos tão importantes como os já apresentados.
Desta vez, porém, refiro-me a um dos Golden Circle de que usufruí.
Porque foram 4, convirá dizer que cada um de per si, teve o seu quê de emblemático, de verdadeiro glamour, de experiência irrepetível.

Como se sabe, era o único prémio IBM extensível ao conjuge e o ambiente que a IBM criava era, de facto, exemplar.
Uns passavam-se em sítios que podiam ser já nossos conhecidos mas, o charme e a fartura eram principescamente distribuídos pelo que registo deles as mais incontornáveis memórias.

Em Abril de 1988, embarcámos a bordo do paquete Eugénio Costa, da C Line, para um cruzeiro no Mediterrâneo.


O embarque teve lugar na baía de VilleFranche ( Nice ) mas a operação teve alguma duração pois o paquete estava ancorado ao largo e os passageiros eram transportados por levas sucessivas em grandes batelões. A entrada para o navio foi, posteriormente, feita pelas escadas exteriores à boa maneira dos filmes do século anterior ....

Esta era para nós, os Matos, a 1ª sensação do género ( passaram-se 20 anos e mantém-se como única experiência do género ).

Aquele condomínio fechado, de alto luxo, privadíssimo para a IBM, tinha capacidade para cerca de 2 000 pessoas mas, ao ser contratado pela IBM, levaria cerca de metade da sua capacidade.

Viajava-se durante a noite e acostava-se pela madrugada.

Durante o dia eram as visitas habituais nestas circunstâncias.

Entre as inúmeras ocasiões para mais tarde recordar registo a operação de simulacro de acidente onde percebemos que se houvesse borrasca, a coisa podia ficar negra pois das embarcações salva-vidas nem todas estavam operacionais.








Outra ocasião digna de registo eram as noites no bar onde havia sempre um de nós que fazia anos e vai daí, saia Moët Chandon para todos !








O Gala Dinner foi com pompa e circunstância !
O salão à média luz e a entrada dos criados em fila indiana com as cataplanas a lançarem chispas de fogo de artifício para o primeiro ataque às vitualhas, foi simplesmente fabuloso !












Finalmente o baile de gala era a cereja em cima do bolo que representaram aqueles dias nas nossas vidas.











Todos e cada um éramos recebidos na entrada do respectivo salão pelo comandante o que nos transpunha para o verdadeiro barco do amor .....








Saudades ? Mente que disser que não !!!

Paris – Abril 1984





Paris – Abril 1984

Este era o reconhecimento do meu quinquénio em termos de vendas.
Nesse ano resolvi fruir o HPC com a minha mulher. Ou melhor, aproveitar-me do HPC para tirar uns dias de férias e fazer uma viagem mais intimista.

Foi pois planeada uma digressão com o Trinité Rosa e as respectivas mulheres.
O Gonçalo Fernando, que viajaria até aos países nórdicos, associou-se-nos até Paris.

Só que chegados a Paris, houve que instalar no Montparnasse Hotel, sacar o pocket money e mandar a convenção às malvas em prol de uns dias de namoro na cidade luz.

Eu não sabia, sequer, que o 5º aniversário dava direito a uma menção especial e por isso, mais tarde, em Lisboa, venho a ser intimidado pelo meu chefe pela afronta que teria feito ao administrador delegado ( Alves Martins ) em não ter aparecido no gala dinner para receber uma espectacular caneta de tinta permanente, em prata, da marca Dupont.

Incomodado com semelhante consequência, não descansei enquanto não obtive uma reunião com o Fernando Alves Martins para lhe explicar que tal atitude nada tinha de afrontamento antes de gozo da dolce vita e que Paris prestava-se a isso mesmo.

Com uma espectacular abertura, FAM limita-se a aconselhar-me a não dar mais importância às coisas do que a importância que as coisas têm e que não teria encomendado o sermão a ninguém.

Ficaram-me mais estes dois ensinamentos ( um positivo outro negativo ) daqueles anos de IBM que durante muitos mais me permitiria juntar saudavelmente o prazer com o trabalho.

Do Fernando Alves Martins nunca mais soube nada e aproveito para, se ele por aqui vier, lhe endereçar um abraço.

Convenção em Madrid 1985 (2)

Também 5º HPC, mas aqui com direito a beijinho.


P.S. - Quem entrar inadvertidamente neste blogue, pensará que é de um grupo excursionista!

Convenção em Madrid 1985

.



O "Pippi da Damaia" a ser agraciado com o seu 5º HPC consecutivo.

domingo, 13 de janeiro de 2008

Convenção de Florença em 1981


Cerca de 30 anos dedicados a uma empresa e aí desenvolver toda uma actividade profissional deixa-nos, concerteza, uma quantidade imensa de histórias cujo relembrar é gratificante ainda que muitas vezes penoso pela ausência daqueles que já faleceram e que partilharam connosco algumas dessas histórias.

Quando essa actividade era no departamento de vendas e a empresa se chamava IBM, os bons resultados eram reconhecidos com o direito que se adquiria para comemorar o Hundred Percent Club ( HPC ).

Esse prémio era gozado dentro do continente europeu e os dias destinados ao evento mereciam da parte do meu grupo de colegas, de um upgrade lúdico notável.

Assim, os 3 a 4 dias do HPC eram candidamente transformados numa semana que as nossas famílias consentiam ainda que nem sempre disfarçando um sorrisinho amarelo ...

Uma vez regressados, contadas as histórias e distribuídas as prendas que trazíamos, a "paz" era renegociada para mais um ano.

As loucuras daqueles tempos tinham pouco a ver com os actuais constrangimentos e recordo a convenção de Florença em Abril de 1981 quando ainda era fresca a memória do acontecido a Aldo Moro em Roma

Nesse ano, alugámos 2 Fiats Mirafioris para calcorrear o que tinha que ser calcorreado.

Eu conduzia um deles ; o Francisco Lucas de Sousa, o outro. Os restantes parceiros eram o Carlos Melo, o Adalberto Melo, o Alexandre Belo, o Lima e Silva, o Freixo Nunes, o Trinité Rosa, o Gonçalo Fernando e eu próprio.

Escusado será dizer que nunca a Itália sonhara ser possível fazer-se com um automóvel o que nós fazíamos !

Naquela altura, tento recordar, só eu conhecia a Fontana di Trevi e esse foi um dos grandes objectivos a alcançar - que todos lá fossem tirar a fotografia de família e atirar umas liras para o charco.

Foi uma odisseia pois todas as ruas circundantes à fonte tinham um sentido proibido nas imediações do monumento que nos impossibilitava de lá chegar. Uma coisa era certa, o carro tinha que lá chegar !


Em desespero de causa, optámos pelo sentido proibido não sem que antes tivéssemos passado por uma esquadra de carabinieris perante os quais fizemos de conta que não os vimos ..... e chegámos lá !!

Não recordo como nos safámos da situação mas sei que não fomos presos!

De Roma seguimos para Florença. Era altura de recuperar o bom aspecto pois o regresso a casa aproximava-se.

Depois de instalados, wellcome reception no Palazzo Vecchio.

Passar-se-ia do dia 8 ao dia 11 na cidade sem deixar catedral sem ser vista nem Duomo sem lhe conhecermos a história.

À noite o ambiente de rua ( por onde andámos ) já era "comprometedor", vendo-se a juventude vestida à SS, com botifarras horrorosas, correntes à volta dos braços, e de olhares intimidantes.

Nada que um whiskizito não fizesse esquecer porque nós estávamos lá para o forró, pois então !

Ainda Viena 1986 (3)

Voltando ainda a esta parte dos factos passados em Viena d'Áustria no Hilton e a comprovar tos os factos relatados pelos anteriores interveniente, lembrava que depois dessa terrível viagem de Atenas para Viena, onde chegamos ao referido Hotel Hilton, tivemos de assinar o tal termo de responabilidade, (a pedido da nossa colega Elizabeth ) pela nossa estadia nesse hotel e que, a páginas tantas já noite, estavamos com uma falta de alimentos terrível , fome mesmo, e eis que um amigo nosso de Israel nos disse que havia numa sala algures... algo para acomodar o nosso estômago, e lá fomos nós para a boca do lobo, onde se encontravam todos os Israelitas (Clandestinos nesse Hotel) onde papamos uma deliciosa refeição já não sei dizer o quê ? E nós todos contentes lá ficamos aqueles deliciosos dias. F Lucas Sousa

Ainda Viena 1986 (2)



Olá Viva, ainda não comentando estas peripécias de Viena de Austria e muitas outras se irão seguir, gostaria de iniciar esta minha primeira intervençaõ e lembrando o nosso colega do Porto que a iniciou com a publicação do Primeiro Badge, para iniciar também gostaria de fazer uma publicação idêntica, mas como o primeiro Bagde ficou não sei onde... faço chegar ao vosso conhecimento os BADGE'S dos familiares....que também existiam e os que se seguem já de uma data posterior assim como passagem em outra IBM e Badge final de carreia na nossa Madrinha. F Lucas Sousa

sábado, 12 de janeiro de 2008

Ainda Viena 1986

Isto está a animar!

Aproveito para voltar à convenção de Viena em 1986, que não chegou a existir e que o Garcia de Matos já referiu aqui.

Também eu fui uns dias antes, com o Fausto Marques e os nossos cônjuges. Aterrámos em Munique, alugámos um carro e atravessámos a Áustria rumo a Budapeste. E também nós, que de húngaro sabíamos menos que Sócrates de inglês técnico, não percebemos, de todo, o que se estava a passar com o Kadafi e aterrámos no Hilton, em Viena, preparados para o assalto aos pastelinhos do Welcome Dinner.

Convidados / intimados a regressar a Lisboa ASAP, fizemos o mesmo que o Garcia de Matos já relatou: dissemos que o aeroporto era naquele momento perigosíssimo e que ficaríamos em Viena. Com uma variante: como o Fausto era o mais graduado dos presentes, a pressão foi muito grande para que desse o exemplo e obedecesse. Só os nossos dois grupos resistiram e cruzámo-nos várias vezes pelas ruas, como a foto mostra.

Três dias da melhor não-Convenção da História!


De costas, sou eu. Da esquerda para a direita: Lucas de Sousa, os irmãos Melo, Garcia de Matos, José André e Francisco C. da Costa

Nos tempos da inflacção a 30 %

(clique para ampliar)


Quem é que ainda se lembra da inflacção a 30 % ?
Este suplemento sobre um aumento intercalar, distribuído em Julho de 1984 com o Factos & Argumentos nº 10, vem recordar-nos tempos económicamente mais instáveis. Talvez nos ponha mais optimistas...

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Hamburgo - Reeperbahn





O post de hoje do Garcia de Matos trouxe-me à memória a espantosa zona do Reeperbahn, em Hamburgo, onde eu presenciei na altura da Convenção de 1982 uma intensidade pornográfica sem paralelo em qualquer outra parte da Europa por onde eu tenha passado. Numa deambulação nocturna, com um grupo em que a Joana também alinhou e por causa da presença dela, acabámos apupados pelas profissionais. Foi numa daquelas ruas onde só se entrava de propósito por estarem "barricadas" com portas de ferro.




Bósforo from Topkapi

Abril de 1986.

Istambul, em direcção a Viena de Áustria onde se realizaria a convenção, chegados de Atenas onde a língua não nos permitiu reconhecer mais do que um certo alvoroço em torno da palavra "bomb" que tentávamos interpretar numa tradução linear, algures na Placa cheios de uma folia que não se compadecia com outra coisa que não fosse uma saudável loucura e longe da célebre operação El Dorado Canyo com que os EUA visavam alvejar Mouammar Kadhafi como retaliação pelos atentados em Roma, Viena e Berlim.

Pelo meio ficam histórias incríveis por contar desde a compra à porta de uma mesquita de 2 metros de tecido com crocodilos da Lacostre para serem depois cozidos nas camisolas sem marca mas que à primeira lavagem "se afogaram" no turbilhão da máquina de lavar ficando completamente destruídos; as viagens de avião que durante aquela semana primavam por levar só 7 passageiros ( nós !!!) tal a imponderabilidade da situação internacional ; a viagem de Atenas para Viena na qual viajámos com um "terrorista" a bordo mas como o tipo não ia bêbado, não pensou nas 27 virgens que tinha à sua espera se o avião caísse, e fez uma viagem horrorosa porque, afinal, tinha nariz adunco mas mais não era que um desgraçado a receber o baptismo de voo; a subida de umas escadas rolantes no aeroporto de Viena em cujo cimo só se viam soldados de metralhadoras e cães e nós encravámos o mecanismo à chegada pois as rodas dos troleys das malas empeçaram-se naquela geringonça e era ver malas a caírem por ali abaixo e nós à frente numa descida desalmada em contraponto com o movimento das escadas ; e finalmente a chegada ao hotel Hilton onde, acto contínuo, nos tentam dar um bilhete de avião de regresso imediato a Lisboa uma vez que a convenção acabava de ser anulada, mas o qual rejeitámos com a desculpa de que tínhamos horror em andar de avião !

A administração "aceitou" que, de facto, nós precisávamos de descansar e por isso acedeu ao nosso "repouso".

A partir daí, e após assinatura de termos de responsabilidade, instalámo-nos principescamente e ali passámos 3 gloriosos dias de verdadeiro fausto.

Depois, alugámos a habitual carrinha e viemos apanhar a TAP a Zurique tendo sido calorosamente recebidos na IBM perante a hipótese de podermos ter sido vítima da situação explosiva que se vivia na Europa e no mundo.

Os símbolos fazem história. Por isso perduram !

Eis uma imagem de marca da nossa IBM.
Por qualquer motivo tenho este exemplar guardado.
Não lhe associo qualquer história em particular mas recordo que em 1982 tive a convenção em Hamburgo em consequência do meu 3º HPC.
Conhecer Hamburgo foi uma odisseia !
A vida do porto era very hard e os life shows em casas com ambiente de mais do que duvidoso "faca-na-liga" não conseguiam, mesmo assim, demover-nos a curiosidade.
O grupo ( sempre o mesmo !) era constituído pelo Carlos Melo, Adalberto Melo, Lima e Silva, Trinité Rosa, Alexandre Belo, Gonçalo Fernando, Lucas de Sousa e António Matos.
Mais tarde juntar-se-nos-iam ( depois de exaustiva apreciação do núcleo duro ) os José André e o Xico Carvalho da Costa.
Ainda hoje perduram ambientes de tertúlia com esta gente !
Também recordo que nesse ano fiz 34 anos !